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sábado, 1 de maio de 2010

coca-colla boliviana

Iniciativa privada boliviana lança na Bolívia, com apoio de Evo Morales, uma bebida energética com base na folha de coca. consta que em várias ocasiões o presidente Morales anunciou sua intenção em estimular iniciativas de industrialização dos excedentes de folha de coca, como forma de evitar o seu uso na fabricação de cocaína. Mas, já espero os ataques e insinuações da extrema direita midiática, que o governo boliviano está pactuando com os narcotraficantes, ou qualquer baboseira assim. Vejam o vídeo:

domingo, 27 de dezembro de 2009

Os êxitos de Morales e dos Povos Originários da Bolívia

     Se você, caro leitor, tiver algum interesse em saber o que está se passando na Bolívia - reparem que estou falando de um país vizinho, e não de uma república a milhares de quilômetros de distância - vai se dar conta de que as notícias são um tanto escassas. Isto só reforça aquela ideia, que já comentei aqui, que dá conta do desinteresse brasileiro por seus vizinhos. Seja como for, se soma a esse desinteresse, "tradicional" o fato de que no país vizinho está acontecendo um processo político da maior relevência capitaneado por uma liderança oriunda do movimento popular.
     Os êxitos recentes da gestão Morales apontam para uma transformação que transcendem, ao meu ver (alguns cientistas políticos têm insistido nisso) os limites da Bolívia. Refiro-me aqui ao novo conceito de "estado plurinacional". María Teresa Zegada é uma socióloga boliviana que tem chamado a atenção para esse novo fenômeno. Segundo ela "a plurinacionalidade emerge como um dos elementos mais importantes do novo Estado. Todo o texto constitucional está atravessado pela plurinacionalidade e isso posibilitará que na Bolivia aumente o graude de participação política”. Ora, isso não é pouca coisa, pois esse novo estado viabiliza um novo protagonismo político naquele país. É uma democracia que se contrói no respeito as diversidades étnicas e dá voz a contingentes histpricamente excluídos das decisões políticas. E é uma inflexão no próprio ser do estado nacional moderno, pois como muitos sabem, este estado se cosntruiu ocultando as diversidades étnicas na mesma medida em que subalternizava os grupos mais "fracos".
     Se engana também quem pensa que isso é uma medida populista, como gosta de falar nossa imprensa, mas sim fruto de um longo processo de disputas socais levadas a cabo pelo povo boliviano. Esta mesma imprensa tratou de nos ocultar, por exemplo, a luta dos bolivianos contra a privatização da água (uma parte dessa luta pode ser vista no vídeo sobre Milton Santos, feito por Sílvio Tendler). Nos ocultaram também a luta desse mesmo povo por uma nova constituição. Uma constituição que desse conta do novo protagonismo político em curso no país. Tudo isso foi feito em meio a tentativas da elite locar de desestabilizar o governo, tentativas de golpes, etc.
     Por tudo isso, Evo Morales é visto apenas como aquele que está concretizando, ou viabilizando politicamente toda uma série de demandas dos chamados Povos Originários da Bolívia. A justeza dessas demandas e a sintonia que elas têm com os interesses do povo boliviano, possibilitou a vitória de Morales em todas as disputas de que participou. E todas elas com uma margem expressiva de mais de 60%. Foi isso que aconteceu no mais recente pleito boliviano, que o consagrou com quase 65 % dos votos, fazendo-o vitorioso já no primeiro turno.
     Só nos resta, daqui do Brasil, saudar entusiaticamente a vitória dos Povos Originários da Bolívia representada na vitória do presidente Morales.






Para saber mais siga este link:

terça-feira, 8 de dezembro de 2009

Eleições bolivianas


Resultados parciales dan a Evo Morales el triunfo con 47,8 % de los votos.

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 El presidente Evo Morales, se alza con 47 por ciento de los votos. (Foto:Efe)
El presidente Evo Morales, se alza con 47 por ciento de los votos. (Foto:Efe)

El presidente boliviano, Evo Morales, se mantuvo como favorito en la carrera electoral por la presidencia del país andino, con números que superaban el 50 por ciento, según encuestas previas. Los sondeos a boca de urna también le dieron un amplio margen, con 63 por ciento de favoritismo.



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Los primeros cómputos de las elecciones generales de Bolivia ofrecidos este martes por la Corte Nacional Electoral (CNE), ratifican la victoria del actual presidente, Evo Morales, con 47,8 por ciento de la preferencia, con tan sólo 20,6 por ciento de los votos escrutados.

Entretanto, el más cercano contrincante de Morales, el ex prefecto (gobernador) Manfred Reyes Villa, de Plan Progreso para Bolivia-Convergencia Nacional (PPB-CN), obtuvo 41,4 por ciento de apoyo según los datos ofrecidos por la CNE.

Mucho más abajo se ubican el empresario paceño, Samuel Doria Medina, abanderado por el partido Unidad Nacional (UN), con 6,7 puntos porcentuales; la Alianza Social (AS), del ex alcalde de Potosí René Joaquino, que cuenta con un 2,8, y cuatro listas restantes no alcanzan ni el uno por ciento.

Se prevé que los votos a favor del actual mandatario vayan en aumento a medida que se contabilizan los departamentos donde tiene más apoyo, como el caso del área rural o de los emigrantes que por primera vez han podido ejercer su voto desde España, Argentina, Brasil y Estados Unidos.

Los resultados a boca de urna, publicados el domingo, le dan a Evo Morales la victoria con 63 por ciento de la intención de voto. A Reyes Villa le asignan entre 23 y 27 por ciento de favoritismo.

La Constitución de Bolivia señala que un candidato accede directamente a la presidencia, si pasa el listón del 50 más un por ciento de los votos o llega al 40 por ciento de sufragios con una diferencia de 10 puntos sobre su inmediato seguidor.

Un total de 5 millones 138 mil 583 ciudadanos, cifra récord en la historia electoral del país, fueron convocados a las elecciones generales del pasado domingo donde el presidente Evo Morales optó a la reelección en pugna con otras siete candidaturas opositoras.